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Profissional sorridente conduzindo uma entrevista ou reunião individual com um colaborador em ambiente corporativo.

Benefícios que ajudam a atrair profissionais qualificados

Em um mercado em que a disputa por talentos tem ficado mais sensível, o candidato compara proposta, rotina, segurança e o que a empresa oferece no dia a dia. É nesse ponto que os benefícios corporativos passam a pesar na decisão.

Vale-alimentação, vale-refeição, plano de saúde, previdência privada e outros itens deixam de ser complemento quando entram na conta da escolha. Para o departamento de Recursos Humanos (RH), entender esse movimento ajuda a organizar uma oferta mais coerente com o que profissionais qualificados observam.

Os dados da pesquisa Benefícios 2025, da Robert Half, mostram que existe espaço para ajuste. Este guia apresenta como o RH pode estruturar benefícios para atrair profissionais qualificados.

O que os benefícios comunicam ao candidato

Os benefícios mostram o que a empresa considera importante para a rotina de trabalho e para a permanência das pessoas. Quando a oferta é clara e compatível com a realidade do candidato, a proposta ganha peso.

A pesquisa da Robert Half mostra que 57% dos profissionais estão satisfeitos com os benefícios que recebem hoje. Ainda assim, 39% dizem não estar satisfeitos, o que mostra espaço para revisão. Além disso, 76% afirmam que seria interessante fazer mudanças no pacote conforme o mercado muda.

Isso ajuda a entender que a avaliação não depende só de ter benefício, mas de ele continuar fazendo sentido para quem recebe.

Outro ponto que pesa é a liberdade de escolha. Apenas 21% dos profissionais dizem ter a possibilidade de selecionar os benefícios de acordo com a própria necessidade, enquanto 84% afirmam que gostariam dessa liberdade. 

Essa distância entre o que existe e o que se deseja é uma das oportunidades mais claras para o RH se diferenciar.

A decisão de aceitar uma proposta

Quando a oferta chega, o candidato não olha só para o salário. A pesquisa da Robert Half mostra que 66% dos profissionais empregados consideram os benefícios na hora de aceitar uma nova posição. Caso não tenha nenhum benefício, eles tendem a negociar um valor maior de salário.

Entre os desempregados, o número cai um pouco, mas 50% ainda afirmam que os benefícios influenciam a decisão, mesmo quando não são o fator principal.

O pacote precisa ser avaliado com atenção. Não adianta listar itens genéricos se eles não dialogam com o que o candidato valoriza. Perfil da posição, momento de carreira e necessidades do dia a dia são variáveis que o RH precisa considerar para montar uma oferta que converse com quem está do outro lado.

Como montar uma oferta competitiva?

Benefício competitivo não é sinônimo de lista longa. A oferta ganha força quando atende demandas frequentes da rotina e comunica cuidado de forma consistente.

A pesquisa da Robert Half traz um comparativo que ajuda a visualizar onde estão as lacunas. Entre os benefícios mais oferecidos pelas empresas estão vale-refeição, plano de saúde, vale-alimentação, plano odontológico e seguro de vida. Já entre os mais valorizados pelos profissionais aparecem bônus acordado, plano de saúde privado, vale-refeição, plano de previdência privada e plano odontológico.

Vale-alimentação e vale-refeição seguem presentes nos dois lados da equação. São benefícios amplamente oferecidos e continuam entre os mais valorizados. Quando bem estruturados, eles têm alcance direto na rotina do colaborador e impactam o custo de vida fora do trabalho.

O que revisar primeiro

O ponto de partida é olhar para o que já existe e entender se ainda faz sentido. Benefícios que afetam o dia a dia, como alimentação e refeição, costumam ser os mais percebidos. Quando a empresa comunica bem esses itens, eles deixam de parecer obrigação e passam a integrar a percepção de valor da proposta.

Depois vale observar itens ligados ao momento de vida, como auxílio-creche, previdência e plano odontológico. O estudo da Robert Half também aponta que 76% dos profissionais concordam que os benefícios precisam ser atualizados para acompanhar as transformações do mercado de trabalho.

O candidato precisa entender o que recebe, em quais condições e qual é o uso daquele benefício. Se a empresa não sabe explicar o que oferece, o efeito enfraquece antes mesmo de a proposta ser avaliada.

A Verocard tem benefícios que ajudam a sustentar a escolha 

A atração de talentos passa por escolhas concretas. Quando o pacote de benefícios conversa com a rotina do profissional e é comunicado com clareza, a proposta ganha força.

A Verocard, empresa administradora de cartões que leva benefícios a diversos públicos, como colaboradores, gestores de empresas e estabelecimentos credenciados, oferece soluções pensadas, seguras e confiáveis, para simplificar a gestão e dar mais valor à experiência do colaborador. Entre as soluções estão o vale-alimentação e o vale-refeição. 

Entre em contato com a equipe Verocard, conheça os detalhes de cada benefício, e escolha aquele que melhor atende à sua empresa.

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