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Passo a passo para fazer o vale-alimentação e o vale-refeição renderem mais

O vale-alimentação e o vale-refeição são benefícios usados por muitos trabalhadores brasileiros que contam com eles para despesas em supermercados e, conforme as condições definidas pelo empregador, em refeições externas.

O problema aparece quando o saldo some antes do fim do mês. Isso acontece com mais frequência do que parece, e não necessariamente por falta de cuidado. Sem um planejamento mínimo, pequenas compras mal calculadas vão consumindo o valor disponível sem que o trabalhador perceba.

A boa notícia é que algumas mudanças simples no jeito de usar o cartão fazem diferença. Neste texto, você confere dicas práticas para aproveitar melhor os benefícios de vale-alimentação e vale-refeição ao longo de todo o mês. Vamos lá!

Diferenças entre vale-alimentação e vale-refeição

Antes de falar em economia, vale esclarecer o que diferencia esses dois benefícios, já que a confusão entre eles é comum.

O vale-refeição é destinado a cobrir refeições prontas, consumidas em restaurantes, lanchonetes, padarias e estabelecimentos similares.

Já o vale-alimentação, por sua vez, é voltado para compras em supermercados, mercearias e outros pontos de venda de alimentos.

Por que essa distinção importa para o planejamento?

Quando o trabalhador usa o vale-refeição para comer em um restaurante caro todos os dias, o saldo cai rapidamente. O mesmo acontece com o vale-alimentação quando as compras são feitas sem lista e sem critério.

Saber para o que cada cartão serve é o primeiro passo para evitar surpresas no fim do mês. A partir disso, o planejamento fica mais fácil e o saldo dura mais.

Como fazer o vale-alimentação render mais nas compras do mês?

Ir ao supermercado sem lista é o caminho mais curto para gastar mais do que o planejado. Produtos que não estavam no plano entram no carrinho com facilidade, especialmente perto das seções de promoções e itens preparados.

Com uma lista montada em casa, fica mais simples manter o foco nos itens necessários e resistir aos impulsos de compra. O ideal é organizar a lista por categoria, como grãos, proteínas, laticínios e hortifrúti, para agilizar a passagem pelos corredores e evitar voltas desnecessárias.

Prefira produtos a granel e embalagens maiores

Produtos fracionados costumam ser mais caros por quilo do que os vendidos a granel ou em embalagens maiores. 

Arroz, feijão, aveia, macarrão e outros itens de consumo frequente compensam ser comprados em quantidade maior, desde que o espaço e o prazo de validade permitam. Antes de optar pela embalagem menor, compare os preços por unidade de medida.

Evite compras frequentes e em pequenas quantidades

Quando se vai ao mercado muitas vezes ao longo do mês, isso aumenta as chances de gastar além do necessário. Afinal, cada visita é uma oportunidade para adicionar itens que não estavam previstos.

O ideal é concentrar as compras em uma ou duas idas por mês, com uma lista bem definida. Além de economizar no saldo do vale-alimentação, essa prática economiza tempo.

E o vale-refeição, como fica?

Um dos erros mais comuns é não ter noção de quanto cada refeição custa em média. Sem esse parâmetro, fica difícil perceber quando os gastos estão acima do esperado.

Dividir o saldo do vale-refeição pelo número de dias úteis do mês dá uma referência clara de quanto pode ser gasto por dia. A partir desse cálculo fica mais fácil escolher onde almoçar sem comprometer o saldo das semanas seguintes.

Lembre-se de que restaurantes com prato feito ou self-service por quilo costumam oferecer refeições completas a preços menores do que os cardápios à la carte. Para quem usa o vale-refeição com frequência, essas opções são boas aliadas para manter o saldo equilibrado.

Leve marmita em alguns dias da semana

Nem sempre é necessário usar o vale-refeição todos os dias. Levar comida de casa em alguns dias da semana é uma forma de preservar o saldo para situações em que almoçar fora seja mais conveniente ou necessário.

Além de economizar no cartão, a marmita permite maior controle sobre a alimentação, o que é um ponto positivo para a saúde no longo prazo.

Ferramentas e hábitos que ajudam no controle dos benefícios

Acompanhe o extrato com regularidade

Existem operadores de benefícios que disponibilizam aplicativos ou portais onde o colaborador pode consultar o saldo e o extrato de uso dos cartões.

Por isso, checar essas informações uma ou duas vezes por semana é suficiente para manter o controle.

Com o histórico de gastos em mãos, fica mais fácil identificar padrões de consumo e ajustar os hábitos antes que o saldo termine antes do previsto.

Use aplicativos de controle financeiro

Algumas ferramentas de controle financeiro pessoal permitem registrar os gastos por categoria, incluindo os realizados com os cartões de benefícios

Mesmo que o vale-alimentação e o vale-refeição não saiam do bolso diretamente, monitorá-los como parte do orçamento geral ajuda a ter uma visão mais clara das finanças do mês.

Combine os benefícios com um planejamento alimentar

Pensar no cardápio da semana com antecedência facilita tanto as compras no mercado quanto às escolhas nas refeições fora de casa. Com um planejamento alimentar simples, você já sabe quais ingredientes comprar, em que quantidade e em quais dias pretende almoçar fora.

Esse hábito reduz o desperdício de alimentos em casa e evita gastos desnecessários com refeições improvisadas.

Verocard é a solução em vale-refeição e vale-alimentação

Fazer o vale-alimentação e o vale-refeição durarem até o último dia do mês não exige abrir mão do conforto nem adotar restrições severas. Basta combinar organização, atenção aos hábitos de consumo e uso consciente de cada cartão.

Se sua empresa ainda não oferece um pacote de benefícios completo, sugira ao departamento de Recursos Humanos (RH) a Verocard

Temos soluções em benefícios corporativos adaptáveis ao perfil de cada negócio, com cartões de vale-alimentação, vale-refeição e outras modalidades. 

Entre em contato com nossa equipe para conhecer as condições e a rede credenciada na sua região.

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